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Cuiabá, 05 de Fevereiro de 2025

Justiça Estadual Sexta-feira, 24 de Junho de 2022, 14:21 - A | A

Sexta-feira, 24 de Junho de 2022, 14h:21 - A | A

CASO MAIANA MARIANO

Réu é condenado a 16 anos por morte de adolescente em Cuiabá

A vítima de 16 anos, foi morta por asfixia em uma chácara localizada no bairro Altos da Glória, em Cuiabá, em dezembro de 2011

Da Redação

Após recurso interposto pelo Ministério Público do Estado (MPE), o réu Carlos Alexandre da Silva Nunes, denunciado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, foi novamente submetido a júri popular e condenado a 16 anos de reclusão.

A vítima, Maiana Mariano, 16 anos, foi morta por asfixia em uma chácara localizada no bairro Altos da Glória, em Cuiabá, em dezembro de 2011.

Encerrado o júri, o réu foi encaminhado à prisão. 

Além dele, também foram denunciados e condenados pelo mesmo crime Rogério da Silva Amorim e Paulo Ferreira Martins. De acordo com o promotor de Justiça que a atuou no júri, Vinícius Martins Gahyva, os réus Carlos Alexandre da Silva Nunes e Paulo Ferreira Martins mataram a vítima com emprego de um pano, causando-lhe asfixia. Já Rogério da Silva Amorim, que mantinha relacionamento com a jovem, foi o mandante do crime. 

Carlos Alexandre da Silva foi condenado por homicídio qualificado (mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de asfixia e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima). Consta na denúncia, que o mandante contratou Paulo para cometer o homicídio mediante o pagamento de R$ 5 mil. Esse, por sua vez, procurou Carlos Alexandre, a quem propôs a parceria na prática do crime com a promessa de repassar a quantia de R$ 2, 5 mil, oportunidade em que recebeu o adiantamento de R$ 1 mil. 

“No dia dos fatos, Paulo, Rogério e Carlos Alexandre colocaram o plano homicida em prática. Rogério ficou incumbido de fazer com que a vítima fosse até o local combinado (uma chácara), sob o pretexto de efetuar um pagamento. Assim que a vítima chegou à chácara se deparou com Paulo, o qual anunciou um suposto assalto, a rendeu e a asfixiou, causando-lhe a morte”, diz a sentença, proferida pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. (Com informações da Assessoria do MPE)